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Agora vai!

Existem várias maneiras de viajar. Na minha vida tenho tido a oportunidade e sorte de fazer viagens inesquecíveis pelos universos das montanhas e da música.


Já havíamos feito as mochilas três vezes pra visitar a Chapada e não rolou de ir. Mas este ano foi diferente. Férias merecidas de toda a família que ralou no trampo e na escola este ano e a oportunidade de escalar uma rocha diferente e ainda curtir uma festa nos fizeram colocar este projeto como prioridade nos planos familiares.... vamos nós!


 
 


Chapada Diamantina - o universo de pedra

Mucugê >>>


Primeira visão da Chapada, lagarto e cemitério. Infelizmente passamos rápido por esta cidade simpática. Vou voltar pra conhecer mais.


Lençóis>>>

É a cidade mais turística de todas as da Chapada, recebe turistas do mundo inteiro principalmente para caminhar. A escalada em Rocha ainda é insipiente como atividade econômica e atrativo turístico. Mas nos últimos anos uma galera tem se dedicado a transformar o município em referência no NE. As vias são muito bonitas e apesar de alguns deslizes éticos de um point em desenvolvimento onde muitos dos conquistadores estão aprendendo fazendo, vale muito a pena conhecer os setores perto da cidade.  O Serrano é o setor principal, com muita água e blocos de quartzito e conglomerado muito compacto, assim que escalei a primeira via recordei das escaladas em Montserrat na Espanha (é a mesma qualidade... e está no Brasil). Muito visual.




Rolê pela cidade.


Jorginho, escalador local sangue-bom no boulder "Halley" em Lençóis.


Henrique Gironha (acima) e Eliseu na "Tocaia".


Nosso grande novo amigo Eric escalando a parede multicolorida da "Xique-xique de mandacaru".

 
Jorginho na "Boca de escopeta" e Eric na "Esmeralda".


Luan no impressionante negativo das vias da cachoeira da Primavera.




Seres da Chapada.


Palmeiras>>>

É o município onde estão as montanhas mais famosas: Pai Inácio e Morro do Camelo. Só estivemos por um dia na cidade que é bem menor do que Lençóis e com pouca infra-estrutura.

Acima o Morro do Camelo e ao lado o Pai Inácio.


Gironha e Luan na "Paulicéia baiana", Pai Inácio.




Guinho e Luiz Coslope na via da cachoeira em Conceição dos Gatos, Palmeiras.


Beth, Jorge, Eric, Artur, Vitor, Valadão, Luiz e João Paulo num final de tarde no topo do Pai Inácio.

Igatu>>>

Este é o point pra quem quer escalar na tranqüilidade vias em excelente quartzito. Pertinho da cidade há o abrigo de montanha do Beto e Letícia que é o ponto de referência para quem quer ficar e obter informações sobre este lugar magnífico. A cor da pedra e qualidade das vias me impressionaram bastante, por ser um lugar tão bonito quanto pouco conhecido.


Artur e Vitor.


Centro de Igatu.


Beto, xerife de Igatu, que nos recebeu muito bem, em sua criação: "Asteroid".


João Paulo Salton na "Meu parceiro é crente", setor Labirinto.

Fruto maduro de Xique-xique.




Eliseu na conquista da "Honras da casa". Você já viu uma pedra mais bonita? E pra melhorar, várias fendas horizontais perfeitas nos proporcionaram a abertura de duas novas vias.


Eliseu na conquista da "Fenda cega".



Artur e Vitor na "Primavera".

THANKS> Eric, João Paulo, Beto, Letícia, Jorginho, Luan, Gironha e Luiz.


Pratigi - o outro universo

E após dias maravilhosos na Chapada, partimos pra outra parte da viagem, desta vez sensorial. A convite dos amigos Nena e Diogo, fomos conhecer uma das festas trance mais roots (se é que podemos chamar assim) do Brasil, a Universo Paralello, que este ano aconteceu pela quarta vez (já rolaram 7 edições) na praia de Pratigi.

Este ano a UP começou no dia 28/12 e terminou dia 03/01, reunindo mais de 10.000 pessoas e 54 DJs de 22 nacionalidades diferentes, que apresentaram o melhor das várias tendências do trance psicodélico, progressivo, dark e  fullon. As pistas de chill out e alternativa receberam artistas como Ventania e Maracatu Bola de Fogo, mostrando a pluralidade da festa.

A UP não é uma festa comercial, onde os organizadores estão interessados apenas no dinheiro da entrada. Existe uma grande preocupação com detalhes como as palestras que estavam bem diversificadas e abrangeram assuntos sobre saúde, culinária, cidadania, religião e terapias. A cultura psicodélica é bastante rica e pra quem não sabe, começou a ser moldada nos anos 50 e 60.

Pra quem nunca foi a uma festa (não é rave, pelamordedeus!), e tem a preconceituosa idéia de que tudo lá são drogas, recomendamos que pelo menos uma vez na vida, vá a uma festa assim, senão pela música, pela riqueza visual e cultural que elas são. Talvez você não tenha na vida outra oportunidade de presenciar a vanguarda de um estilo musical que leva consigo um estilo de vida, criatividade e movimento que se assemelha e equipara ao que Woodstock representou.


Dance floor durante o dia.


Pista alternativa.


Dancing in trance.





Povo da festa.


Audiomatic, DE.


E-ject, IL.

Vibra, FR.


Vitor, Mink e Márcio Bruno lanchando na Casa do Duende.


Mink, Artur e Vitor no caminhão a caminho da UP. Casa em Jatimane.

Apresentando o mar ao Jorge.


Beth e Jorge no círculo de palestras.


Reveillon com AMD, UK.

Pra quem quiser ir na próxima: Universo Paralello
Pra quem quiser ir na melhor de todas: BOOM Festival
 

THANKS> Diogo + Nena, pessoas que nos apresentaram o trance. Somos eternamente agradecidos.
 



Usamos o melhor:


 
Botas + sapatilhas
snake.com.br

 
Roupas técnicas
solobr.com


 
Cases de fotografia
ttanaka.com.br

 

 

Impressões




Beth
:
Quero mais férias!


Vitor
:
Esta festa é demais.


Artur
:
Eu recomendo.


Jorge
:
Tem algum programa para bebês?

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